Problemas mais comuns em cães idosos

Confira quais são os sinais e o que fazer

Por Marisa De Lucia

O corpo do cão começa a apresentar os primeiros sinais de velhice por volta dos seis aos sete anos de idade.

Por isso, para prevenir e detectar doenças ainda na fase inicial recomenda-se levar o cachorro ao veterinário a cada seis meses.

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Confira os problemas mais comuns em cães idosos:

Doença periodontal – Se não tratada, pode acarretar perda dos dentes, alterações ósseas na mandíbula e no maxilar, dificuldade para se alimentar, fraqueza, perda de peso e baixa da imunidade. A escovação dental diária e limpeza periódica feita pelo veterinário auxiliam na prevenção.

Obesidade – Quando o cão começa a envelhecer, diminuímos a atividade física e os estímulos por meio de passeios e brincadeiras e aumentamos a oferta de comida e petiscos. Por isso, é fundamental usar a criatividade para manter sempre a boa forma e uma alimentação saudável, respeitando os limites de seu cão.

Catarata – Esta doença deixa a lente do olho “esbranquiçada” e bloqueia a passagem da luz, fazendo com que o cão passe a ter muita dificuldade de enxergar. Este problema pode acontecer nos dois olhos ou apenas em um. Aos primeiros sinais, consulte um veterinário.

Artrite – Com o passar dos anos as articulações podem causar desconforto e dor ao levantar, caminhar ou deitar. A manutenção do peso ideal para a raça, o uso de protetores articulares e terapia com acupuntura, fisioterapia e, em casos agudos, medicações possibilitam conviver com o problema sem prejudicar a qualidade de vida do animal.

Hipotireoidismo – Animais com sobrepeso, baixa atividade física, sonolentos e com lesões na pele e pelos podem sofrer de hipotireoidismo. Se não for diagnosticada e tratada adequadamente, a doença compromete muito a vida do animal. Por acometer em sua maioria cães idosos, os donos muitas vezes associam os sintomas à idade avançada e não buscam auxílio veterinário.

Câncer – O aumento do tempo de vida, assim como nos humanos, acaba trazendo à tona algumas doenças que em jovens são menos frequentes, como câncer. A doença não tem cura, mas para grande parte dos tumores benignos ou malignos (câncer) em cães, existe tratamento para minimizar os sintomas e levar um pouco de conforto ao animal.

Por isso, fique atento aos sinais em seu cão e procure um veterinário para que seja feito um diagnóstico a tempo de tratá-lo, trazendo-lhe conforto e bem-estar.

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Cuidados essenciais com seu pet

Em casa e, também, nos passeios…

Por Marisa De Lucia

Nosso pet é um amigo de verdade e nos dedica um amor sem igual.

Por isso, qualquer esforço vale a pena para deixá-lo confortável e feliz todos os dias.

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Passear com nosso pet, então, é tudo de bom, não é mesmo?

Mas é preciso tomar muitos cuidados para evitar problemas com sua saúde e bem-estar.

Certifique-se de que ele está com as vacinas em dia, pois provavelmente ele poderá encontrar com outros animaizinhos que possam ter alguma doença.

Outro ponto muito importante é aplicar produtos antipulgas, anticarrapatos, antivermes e antifungos para evitar que estes males se instalem nele.

Para você ter uma ideia, uma pulga pode expelir cerca de 3.000 ovos. Imagine, depois, o trabalho para exterminá-las completamente! Portanto, é melhor prevenir, correto?

  • Não deixe que ele caminhe ou corra muito.
  • Não leve-o para passear debaixo de sol forte ou em dias muitos frios.
  • Em dias de calor, não o leve passear entre os horários de 10h e 17h.
  • Antes de deixá-lo tocar as patinhas no chão, experimente a sensação térmica com os seus próprios pés por alguns segundos, para sentir se ele irá suportar a temperatura.
  • Nunca o deixe preso no interior do carro, mesmo com os vidros abertos.
  • Deixe sempre muita água fresca e filtrada nas vasilhas, lavando-as e trocando a água constantemente.
  • Se for sair e deixá-lo sozinho em casa, certifique-se de que o ambiente esteja bem ventilado.

Todos os “amiguinhos” merecem tudo de bom e de melhor.

Brinquedos e muito carinho, também, são essenciais em qualquer época do ano!

Afinal de contas, ele é seu melhor amigo.

 

Como evitar que seu pet fuja

Confira algumas dicas para ter ele sempre em segurança

Por Marisa De Lucia

Uma grande preocupação de quem tem pet é perder seu animalzinho, não é mesmo?

Por isso, quem mora em casa nunca deve deixar o portão aberto ou com algum vão por onde ele possa escapar.

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Outro cuidado é levá-lo para passear na região onde você mora, pois se ele se perder vai saber como voltar para casa.

Contudo, pode acontecer de alguém pegá-lo antes que ele rume para o caminho de volta.

Por isso, é interessante tirar o Registro Geral Animal (RGA) e colocar em sua coleira.

É necessário, ainda, ficar atento com a coleira que você está utilizando para levar seu pet passear. Confira se ela não está muito gasta ou abrindo os encaixes.

E antes de comprar esse item, certifique-se se é de boa qualidade e se o tamanho é adequado às medidas do seu pet.

Outra possibilidade é a microchipagem. Os microchips são implantados de maneira bem simples, como se ele estivesse tomando uma vacina. Caso seu pet fuja, ele estará identificado e poderá ser devolvido.

Evite deixar ele “dar uma volta” sozinho, pois ele corre o risco de ser roubado ou, simplesmente, se perder.

Fique de olho e tome muito cuidado para que seu pet não fuja, pois, além de se perder, ele poderá sofrer maus tratos, se machucar, se ferir brigando com outros animais com outros animais ou até mesmo ser atropelado.

Existe, também, treinamento apropriado que pode prevenir que seu pet fuja pelo portão, mas para esses casos é preciso consultar um especialista, no caso um adestrador.

Todo o cuidado é pouco!

 

 

 

 

 

Benefícios que os pets trazem para as crianças

Confira algumas dicas para um convívio harmonioso

Por Marisa De Lucia

Quem tem um pet em casa sabe a alegria que é conviver com estes seres tão especiais e o bem que eles fazem para a nossa vida.

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Mas e para as crianças? Você sabe todos os benefícios que um animalzinho de estimação pode trazer para elas?

De acordo com pesquisas realizadas pela Universidade de Melbourne, na Austrália, as crianças que tiveram algum tipo de animal até a idade de cinco anos, posteriormente, se tornaram mais resistentes a algumas doenças.

Isto porque, segundo os pesquisadores, o fato de respirar o pó de casinhas de cachorros e até pelos de gatos, desencadeia no organismo uma proteção natural contra o vírus RSV, responsável por diversas infecções e problemas respiratórios.

Quanto aos benefícios que os animais podem trazer às crianças, estes são inúmeros. Confira alguns deles:

Ter mais responsabilidade

O convívio com o animal de estimação faz com que a criança tenha mais responsabilidade. Para isso, peça para ela ajudar a cuidar da limpeza, alimentação e habitat do pet, e também a medicá-lo, quando for necessário.

Aprender a lidar com sentimentos

A convivência com animais de estimação também favorece o desenvolvimento do vínculo afetivo, fazendo com que a criança aprenda a lidar com a frustração, alegria, dor e até mesmo com a morte.

Se relacionar melhor com as pessoas

Convivendo com o pet, a criança aprende a se relacionar melhor com as outras pessoas, pois desenvolve sua capacidade de observação e compreensão e, também, de dar carinho e respeito.

Exercitar-se

Como os cães necessitam de caminhadas diárias, as crianças são estimuladas a caminhar, passear e a brincar com eles fazendo, assim, exercícios físicos.

Melhorar sua saúde

Hoje, as terapias com animais já são comuns, pois promovem não só melhoras físicas como emocionais. Essas terapias têm sido indicadas para pessoas cegas, surdas, autistas e portadoras de Síndrome de Down e de distúrbios comportamentais, entre outras.

Então, é tudo de bom, não é mesmo?

Mas lembre-se de tomar certos cuidados como manter seu pet limpo, vacinado e vermifugado, e deixar bem claro para as crianças que elas não devem puxar o rabo, beliscar e nem bater nele.

É preciso, também, ficar atento quando a criança estiver brincando com o pet e nunca deixá-la sozinha em algum ambiente com ele.

Os pets também podem ter problemas no coração

Procure sempre fazer os exames de rotina para prevenção

Por Marisa De Lucia

Da mesma forma que os seres humanos sofrem de doenças do coração, os pets também correm esse risco. De acordo com dados, um em cada dez cães pode se tornar cardiopata.

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A fase mais comum para surgir problema no coração dos animaizinhos é quando eles estão se tornando idosos, o que ocorre entre 6 e 8 anos para cães de grande porte e 11 e 13 anos para cães de raça pequena.

No entanto, cães e gatos podem sofrer de outras cardiopatias que podem ser detectadas quando ainda são jovens, sem contar as doenças congênitas, ou seja, quando o animal já nasce com alterações cardíacas.

Doenças cardíacas mais comuns nos cães

Nos cães, as doenças mais comuns são a fibrose da válvula mitral e a cardiomiopatia dilatada

A fibrose da válvula mitral ocorre quando a válvula mitral começa a enfraquecer, impedindo a passagem do sangue para o ventrículo esquerdo, de onde ele é levado para as artérias.

Já a cardiomiopatia dilatada ocorre quando o músculo cardíaco está fino, enfraquecido, e não se contrai corretamente.

Sintomas de doenças cardíacas em cães

Os cães que apresentam doença cardíaca podem ter apatia, redução de apetite, dificuldades respiratórias, tosse, por conta do aumento de líquido nos pulmões, aumento do volume abdominal, cansaço fácil, gengivas de cor pálida e língua arroxeada.

Alguns cães podem ter até desmaios. Contudo, cabe alertar, que estes sintomas podem ser, também, referentes a outras doenças.

Doenças cardíacas mais comuns nos gatos

Já os gatos, diferentemente dos cães, apresentam, principalmente, a cardiomiopatia hipertrófica e o tromboembolismo.

A cardiomiopatia hipertrófica ocorre quando a câmara inferior esquerda do coração, chamada de ventrículo esquerdo, se espessa e se enrijece, não permitindo que o átrio esquerdo se encha de sangue.

O tromboembolismo é causado por um coágulo de sangue que bloqueia o fluxo sanguíneo para as pernas traseiras. Os gatos com esta doença, geralmente, apresentam fraqueza ou paralisia total nos membros posteriores.

Parasitoses cardíacas

Outras doenças muito comuns são parasitoses cardíacas como a dirofilariose, mais comum nos cães, e encontrada nos animais que vivem próximo ao litoral.

Para evitar que seu pet contraia essa doença, antes de viajar para o litoral, você deve levá-lo ao médico veterinário, o qual deverá indicar alguns medicamentos preventivos. Já os animais que vivem no litoral devem ser tratados constantemente contra estes tipos de parasitoses.

Sintomas de doenças cardíacas em gatos

Nos gatos que têm doença cardíaca, os sintomas aparecem subitamente. Os mais comuns são cansaço fácil ou, ainda, fraqueza ou impossibilidade repentina de se locomover com as patas traseiras.

Procure ficar atento a qualquer alteração em seu pet e lembre-se de consultar um médico veterinário e sempre fazer os exames de rotina para prevenção.

Curiosidades sobre os Pets

Confira algumas das inúmeras delas…

Por Marisa De Lucia

Será que você sabe tudo sobre pets? Confira algumas curiosidades…

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Agosto é considerado o mês do “cachorro louco” porque no mês de agosto a concentração de cadelas no cio aumenta devido às condições climáticas. E quando as cadelas estão no cio os cachorros ficam “loucos” e acabam brigando para conquistar a fêmea.

Os cães são tidos como animais de estimação há 12 mil anos.

Os cachorros ouvem 10 vezes mais que os humanos

Os cães têm 100 expressões faciais, a maior parte delas é feita com as orelhas.

Nos Estados Unidos, se gasta mais dinheiro com alimentos para cães do que com alimentação para humanos.

Um filhote faz xixi a cada 30 minutos e defeca cada vez que come.  Por isso, controle seu horário de alimentação e ensine-o a fazer suas necessidades sempre no mesmo local.

O gato dorme, em média, 15 horas por dia. Mas como seu sono é muito leve, muitas vezes nem percebemos.

Os gatos se apegam sim aos seus donos, ao contrário do que se diz por aí…

O gato ronrona, ou seja, faz aquele barulho que prece estar com chiado no pulmão, quando expressa sensações de tranquilidade, prazer e satisfação.

O gato sempre cai em pé, isso se saltar de uma distância mínima de 60 cm, pois ele tem tempo para se virar.

Os gatos bebem pouca água porque são animais do deserto, sendo capazes de controlar muito mais a urina.

O gato não vai usar a caixa de areia, onde ele faz suas necessidades, se ela estiver perto de sua comida.

Bem interessante, não é mesmo?

Como viajar de avião ao lado do seu pet

Quer coisa mais agradável do que poder levá-lo na cabine?

Por Marisa De Lucia

Teve um tempo que o benefício de viajar com seu pet na cabine de passageiros só era concedido para cães-guia, cão ouvinte e cão-assistente, acompanhados de uma pessoa com deficiência visual.

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Com a mudança da lei, hoje os cachorros e gatos de pequeno porte já podem viajar ao lado de seus donos.

Contudo, é preciso verificar, junto à empresa escolhida para o voo, quais as condições para transportá-lo adequadamente e com segurança.

Confira as condições adequadas e regras para que você possa transportar seu gato ou cachorro de pequeno porte são basicamente as seguintes:

  • O peso máximo do pet varia de acordo com a companhia aérea e pode chegar até 10kg, e ele deve ser levado numa caixa de transporte que o acomode bem, com espaço para que ele possa se movimentar.
  • A idade mínima é de 4 meses, e o animal deverá estar saudável, limpo, com as vacinas em dia e sem qualquer odor desagradável.
  • O kennel deve ter espaço suficiente para que ele dê uma volta completa em torno de si, ter dimensões internas condizentes com seu tamanho, abertura para circulação de ar e um dispositivo que evite abertura acidental.
  • É necessário forrar o kennel com material que absorva urina e fezes, evitando vazamento durante o transporte.
  • Embalagens para transporte de outros materiais, como tecidos permeáveis, madeira ou palha não são permitidos.
  • A solicitação do serviço deve ser feita com antecedência, e o check-in deve ser feito com algumas horas antes do embarque.

Confira na empresa escolhida para o voo, esses horários e as taxas cobradas pelo serviço.

Para saber mais o serviço, entre em contato por telefone com a empresa:

Azul – 0800 884 4040

TAM – 0800-123-200

Avianca – 0800-286-6543

GOL – 0300-1012001

Tudo de bom, não é mesmo?

Arrume suas malas e, também, a do seu pet e tenha uma Boa Viagem!!!