Como dar uma vida saudável ao seu pet

E deixá-lo sempre forte e feliz!

Por Marisa De Lucia

Para que seu pet tenha uma vida saudável e esteja sempre feliz ao seu lado, é preciso alguns cuidados essenciais.

Afinal, assim como nós, os pets também podem ter seu estado físico e humor alterados quando não recebem o devido tratamento.

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Por isso, precisamos estar atentos com sua saúde e com as brincadeiras, exercícios e passeios que eles necessitam para ficar em forma e se alegrar.

– Água limpa e fresca

Mantenha sempre um pote de água disponível para que ele possa matar a sede quando e quantas vezes quiser. Troque essa água uma ou duas vezes ao dia e limpe o pote para não acumular sujeira e evitar que se forme limbo no fundo do recipiente.

– Boa alimentação

A alimentação de seu pet deve ser adequada para ele e conter todos os nutrientes que ele necessita para estar saudável e sem perigo de ficar obeso. Procure dar sempre ração de qualidade e fresca. Caso, ele não goste da ração, vá experimentando até que encontre uma que o deixe satisfeito e feliz.

– Sono

Um lugar adequado e confortável para dormir é o mínimo que nosso pet precisa, mesmo porque ele costuma dormir mais de uma vez ao dia, não é mesmo? Procure caminhas apropriadas que façam ele ter um sono tranquilo e fique realmente descansado.

– Brincadeiras e Passeios

Tenha sempre brinquedos divertidos para ele e reserve um tempo para dar atenção e brincar com seu pet. Isto é fundamental para que ele não entre em depressão.

Não deixe seu pet muito tempo sem atividade, procure passear com ele, pois alguns precisam se exercitar mais que outros. Os dog walkers são uma ótima opção, caso você não tenha tempo para levá-los passear.

– Vacinação

A vacinação é fundamental para a saúde de seu pet. Além das vacinas que recebem enquanto filhotes, outras vacinas são necessárias de tempos em tempos. Fale com seu veterinário e se informe. Algumas vacinas são fundamentais quando você viaja com seu pet. Fique atento a isso!

Cuide bem do seu pet!

Retribua todo o amor e dedicação que ele, certamente, dá para você diariamente!

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Mantenha a vacinação do seu pet em dia

Para evitar doenças que podem até matar

Por Marisa De Lucia

Mantenha sempre a vacinação de seu pet em dia.

Entre as inúmeras doenças que se pode evitar com as vacinas está a raiva, uma doença grave que não tem cura e pode até matar seu pet.

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O animal infectado pode transmitir a doença para pessoas e outros animais por meio de lambidas, arranhões e mordidas. Por isso, a melhor solução contra a raiva é vacinar seu pet todos os anos.

Outra vacina que protege seu pet contra outras doenças perigosas é a V10.

Você sabe para que serve a vacina V10? Hoje, ela substitui a V8, que ainda existe no mercado, portanto, é mais potente, pois protege contra 10 diferentes tipos de antígenos.

Esta vacina protege contra as seguintes doenças: Cinomose, Parvovirose, Coronavirose, Adenovirose, Parainfluenza, Hepatite Infecciosa Canina e 4 tipos de Leptospirose.

Lembre-se que uma das formas mais eficientes de cuidar da saúde de seu pet é manter sua vacinação em dia.

Informe-se com seu veterinário!

Benefícios dos exercícios físicos para pets

Para evitar problemas de saúde e comportamentais

Por Marisa De Lucia

O exercício físico para os pets não é apenas uma distração, mas sim uma necessidade para manter seu bem-estar físico e mental.

Assim como acontece com as pessoas, a obesidade está se tornando um grande problema de saúde entre os animais.

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Várias são as doenças causadas por obesidade como problemas de pele, diabetes, dores de coluna, pressão alta, alteração da função hepática e até mesmo problemas cardíacos e o risco de desenvolver câncer.

A falta de exercício também acarreta alterações comportamentais como depressão, hiperatividade, destruição de móveis e objetos na casa e até agressividade.

Para que seu animalzinho se exercite é necessário que você o leve caminhar, brinque com ele ou que ele tenha uma companhia que o estimule. Do contrário, ele passará boa parte de seu tempo dormindo ou sem fazer nada.

Se você não tem tempo para levar seu cão para caminhar, procure por serviços de dog walker ou até mesmo de alguma academia especializada nos exercícios físicos para animais de estimação, uma tendência que já chegou ao Brasil.

Além dos passeios e caminhadas, existem várias formas dos cães se exercitarem como corridas, natação, frisbee, agility e brincadeiras.

No entanto, é importante ressaltar que nem todos os cães podem praticar todas essas atividades. A idade, seu estado de saúde e o nível de gasto energético que ele possui é que vão determinar que tipo de exercício físico você pode fazer com ele.

Para saber quais os melhores exercícios para seu pet, pesquise sobre as necessidades da raça e procure se informar com seu veterinário.

Os exercícios físicos estimulam a saúde mental e física dos pets, beneficiando seus ossos, músculos, articulações e, ainda, os sistemas cardiorrespiratório e digestivo.

Outra grande vantagem é que a prática de exercício estimula a liberação de endorfina, hormônio relacionado com a felicidade, e, com isso, seu cão se sentirá bem menos estressado e feliz.

Dicas para uma boa caminhada:

  • Procure fazer seu cão caminhar 30 minutos por dia, com pequenas pausas, respeitando seu limite.
  • Em dias de sol quente, saia com ele antes das 10h ou depois das 15h.
  • Leve água fresca e pare para ele descansar em lugar com sombra.
  • Evite oferecer comida imediatamente antes da caminhada.
  • Se o cão for idoso, caminhe mais devagar.

Afinal, eles são seres com as mesmas necessidades nossas, não é mesmo?

Ou, em certos casos, até mais!

Doenças dermatológicas em cães e gatos

Muitas são bem semelhantes e podem confundir

Por Marisa De Lucia

As doenças dermatológicas em cães e gatos são muito semelhantes entre si, quanto ao aspecto das lesões, e podem confundir.

Por isso, é fundamental que ela seja diagnosticada por um veterinário com vivência em dermatologia, para evitar submeter o animal a desacertos que podem agravar ainda mais o quadro clínico.

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Nos cães, as doenças dermatológicas mais comuns são escabiose, conhecida como sarna, causada pelo ácaro Sarcopte, que produz lesões avermelhadas de aproximadamente um centímetro e muita coceira e é transmissível de um animal para o outro.

A sarna causa a perda de pelos, descamações e crostas na cabeça, orelhas e patas e, se não for tratada, alastra-se para todo o corpo.

No gato, a sarna é causada por outro ácaro, o Notroedis cati. Os sintomas são praticamente os mesmos que nos cães, no entanto, as lesões surgem, principalmente, na cabeça e nas orelhas.

Outra doença dermatológica é a demodicose ou “sarna negra”, causada por outro agente, mas que não é transmissível entre animais, somente da mãe para o filhote. Enquanto a escabiose pode ser tratada, a sarna negra não tem cura, apenas pode ser controlada.

Já as piodermites, são infecções cutâneas primárias causadas por bactérias piogênicas, com ou sem a formação de pus, e as disqueratoses são distúrbios ou alterações no processo de queratinização da pele.

Nos gatos, temos com muita frequência as dermatofitoses, conhecidas como micoses superficiais e as otoacaríases ou “sarna de orelha” e escabiose e alergias.

Para saber se seu pet está com algum problema dermatológico, escove-o diariamente para poder prestar mais atenção à sua pele. Os principais indícios são: perda de pelo, descamação da pele, oleosidade e mau cheiro, coceira excessiva, mudanças na cor do pelo e da pele, lesões salientes ou úlceras que sangram facilmente.

Entre os vários tipos de alergias, estão a alergia de cães ou gatos por

pulga, que deve ser combatida por meio do uso de pulicidas tópicos para combater a infestação no animal e, também, do uso de inseticidas ambientais para combater a proliferação no ambiente.

O mercado disponibiliza hoje uma gama muito ampla de produtos eficazes e seguros para o combate da pulga, mas qualquer um deles deve sempre ser prescrito por um médico veterinário, que saberá indicar os cuidados necessários antes, durante e após a aplicação.

Além de desencadear alergia, a pulga pode transmitir doenças como verminose e anemia infecciosa.

Por isso, todo cuidado é pouco!