Doenças mais comuns nos pets

Fique atento aos sinais, para garantir seu bem-estar

Por Marisa De Lucia

Muitas vezes nossos pets mudam de comportamento, mas pensamos ser algo relacionado ao clima ou algo que pode ser passageiro.

No entanto, é muito importante ficar atento a alguns sinais de seu pet, pois pode ser alguma doença mais grave ou complicada de tratar e, se tratada no começo, é bem mais fácil de curar.

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Confira algumas doenças comuns em cães e gatos:

As doenças de pele provocadas por fungo são comuns e têm cura, porém, o tratamento é longo e é preciso segui-lo à risca.

Aos primeiros sinais, leve-o ao veterinário que tanto poderá indicar uma pomada ou spray local, quanto um comprimido para tomar. Isso vai variar de acordo com o fungo encontrado, com o tamanho da lesão e com a idade do seu pet. Se o fungo vier acompanhado de bactérias, o profissional irá receitar um antibiótico, pois é necessário tratar os dois juntos.

Hipertireoidismo, doença comum nos cães e rara nos gatos, é a redução da produção dos hormônios da tireoide. Ela afeta os animais entre 4 e 10 anos e os principais sintomas são queda dos pelos e obesidade. O diagnóstico é feito por meio de exame de sangue. Por isso, se notar algum desses sintomas, leve seu cão ao veterinário.

Uma doença comum e fácil de identificar em cães e gatos é a sarna de ouvido. Os bichinhos sentem dor e coceira, ficando irritados e balançando a cabeça. Geralmente, aparece uma secreção escura. Aos primeiros sinais, leve-o ao veterinário.

Afinal, todo cuidado é pouco para que nosso amiguinho esteja sempre saudável e feliz!

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Saiba mais sobre a Leishmaniose canina

E como evitar que seu pet se contamine

Por Marisa De Lucia

Considerada fatal, tanto para humanos quanto para o cão, principal hospedeiro, a Leishmaniose, transmitida pela picada do inseto conhecido como mosquito-palha, pode causar falência de órgãos como rins e fígado e, se não tratada, pode levar à morte em 90% dos casos.

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De acordo com estudos feitos no Brasil, a Leishmaniose é causada pelo protozoário leishmania e se alastra cerca de 30 km por ano. Isso acontece, principalmente, pelo fluxo migratório de animais, como em viagens de férias, e devido à construção de residências em áreas de mata, habitat do mosquito.

Segundo Douglas Presotto, coordenador do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Campinas, até 1998 não havia nenhum registro de Leishmaniose no Estado de São Paulo. A primeira cidade paulista a registrar a doença foi Araçatuba, em 1998, e em 1999 veio o primeiro caso em humanos.

Hoje em dia, a doença é considerada endêmica em cidades como Bauru, Cotia e Embu, sendo que as duas últimas já fazem parte da Grande São Paulo. O primeiro caso em Campinas, segundo o veterinário, foi registrado no final do ano passado, em três cães. Todos eles moravam em casas construídas próximas à mata.

A cidade de São Paulo nunca registrou a doença, segundo a Secretaria Municipal da Saúde.  No entanto, atualmente, já foram detectados casos da doença também em cidades do interior como Indaiatuba, Bauru, Araçatuba, Araraquara e Ribeirão Preto e no litoral, em Itanhaém, Guarujá, Bertioga e Peruíbe. Por isso, todo o cuidado é pouco.

Embora, por enquanto, não existam casos de cães infectados na capital, já há animais que contraíram o parasita em outros locais e vivem em São Paulo.

O cão é o principal hospedeiro da doença, mas outros animais como gatos, raposas e roedores podem, também, ser afetados.

O parasita é transmitido aos cães e ao homem pela picada de fêmeas de flebótomos, nome científico do mosquito-palha, que vivem em caixotes de lixo, jardins, matas etc.

Os sinais clínicos mais frequentes da Leishmaniose são: emagrecimento, perda de pelo constante, crescimento exagerado das unhas, úlceras e descamação da pele, atrofia muscular, sangramento nasal, anemia, alterações dos rins, fígado e articulações e aumento dos gânglios linfáticos, entre outros.

Contudo, esses sintomas são comuns em outras doenças menos graves, por isso, se seu cão apresentar esses sintomas não quer dizer que o mesmo está com Leishmaniose. O diagnóstico preciso só pode ser feito por um médico veterinário, que irá confirmá-lo após exames laboratoriais.

Vale lembrar que não se pega Leishmaniose de cães ou outros animais, mas somente pela picada do inseto que estiver infectado. E, ainda, que o cão é apenas mais um hospedeiro da Leishmaniose e tem sido o mais injustiçado, pois mesmo que todos os cães do mundo deixassem de existir, a doença continuaria a crescer.

No entanto, o que é preciso ficar claro que, tanto os humanos como os animais infectados, mesmo tratados, serão portadores do parasita o restante de suas vidas e deverão ser mantidos sob rígido controle. Os cães deverão ter contínuo acompanhamento de um médico veterinário, com a realização de exames laboratoriais periódicos.

Para prevenir esta doença, deve-se aplicar regularmente em seu pet inseticidas com efeito repelente sob a forma de coleiras ou pulverização, de modo a impedir a picada do inseto.

Consulte seu veterinário!

Tapete gelado para cães

Sem energia elétrica, água nem refrigeração!

Por Marisa De Lucia

Este ano, com o calor de rachar, as lojas de acessórios para pet não estão dando conta de vender o tão procurado “tapete gelado” para cães.

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Afinal, para tentar aliviar o calor desses nossos amiguinhos, fazemos qualquer coisa, não é mesmo?

O tapete, fabricado com nylon, é recheado com espuma e gel não tóxicos e à medida que o cão se deita ele ativa o gel com a pressão do corpo animal, baixando a temperatura entre 6ºC e 10°C à que estiver sendo registrada no local.

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O tapete, que é comercializado nos tamanhos P, M e G, tem agradado demais os pets que já estão fazendo uso e a procura está em ritmo acelerado.

Muito bom, não é mesmo?

Nossos amiguinhos agradecem!