Teu cachorro está latindo muito?

Confira as dicas para fazê-lo latir menos, se estiver exagerado

Por Marisa De Lucia

Uma grande preocupação de quem tem um cão em casa é que seu latido possa ser alguma manifestação de insatisfação ou que possa estar incomodando os “vizinhos”.

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Se o teu cachorro late muito, procure saber se ele não está triste ou frustrado com alguma coisa, antes de sair ralhando com ele.

É muito comum esquecermos que a voz do nosso cão é o seu latido e muitas vezes pode ser uma maneira de demonstração em querer proteger os donos ou a casa.

Ao pedir que ele pare de latir, use sempre a mesma palavra

Toda vez que quiser que seu cão pare de latir, procure usar apenas uma palavra, nunca frases longas, e fale com voz firme, mas nunca aos gritos.

Truque da latinha

Pegue uma latinha de refrigerante e coloque dentro algumas moedas. Quando ele exagerar nos latidos, balance a latinha rapidamente.

Quando ele estiver latindo, nunca o agrida

Além de seu cachorro não entender porque está sendo agredido, seja com palavras ou palmadas, ele poderá ficar traumatizado, o que prejudicará a relação de vocês.

Nunca o deixe sozinho por muito tempo

Cachorros que ficam sozinhos por muito tempo podem sofrer da síndrome da solidão e, com isso, poderão latir muito durante, principalmente, sua ausência incomodando demais os vizinhos. Por isso, evite deixá-lo sozinho o menor tempo possível.

Procure distraí-lo com brinquedos, passeio e exercícios

Cachorros precisam de brincadeiras, passeios e exercícios. Procure tomar conhecimento de suas necessidades, para que se torne um cão tranquilo.

Cuide de sua alimentação e de sua sede

Cachorro com fome ou com sede, com certeza, vai latir. Por isso, fique sempre atento se está alimentando-o adequadamente, e deixe água suficiente para ele. Contate seu veterinário, pois ele saberá qual a necessidade da alimentação mais correta de seu cão de acordo com a raça e idade.

Quando ele parar de latir, gratifique-o com algum petisco

Uma boa forma de fazer com que o seu cão entenda que deve parar de latir é gratificá-lo com o petisco que ele mais gosta.

Converse com o seu veterinário

Um bom veterinário saberá orientá-lo como fazer para que seu cão pare de latir e, inclusive, poderá detectar se ele está com algum problema de saúde que esteja fazendo ele latir além do normal.

Contrate um bom adestrador

Se o problema persistir, o ideal é contratar um bom adestrador de cães. Com certeza, o profissional saberá detectar e resolver o problema que ocorre com o seu cão.

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Cuidado ao dar remédios para seu pet!  

Algumas substâncias são extremamente prejudiciais

Por Marisa De Lucia

Da mesma forma que você não daria um remédio de uso veterinário para seu filho, deve evitar administrar remédios de humanos em seus animais de estimação.

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Pouca gente sabe que algumas substâncias consideradas adequadas aos humanos são extremamente prejudiciais aos animais: os anti-inflamatórios feitos à base de diclofenaco, por exemplo, causam efeitos adversos como gastroenterite, que causa vômitos e diarreias, e até mesmo úlcera gástrica, podendo levar o animal a óbito.

Já a aspirina, tão comum em nossos lares, não pode ser administrada para gatos. Isto porque os princípios ativos podem sofrer modificações e, dependendo da espécie do animal, pode ocorrer uma ação sinérgica aumentando a ação da droga ou antagônica, nesse caso inibindo.

Da mesma forma, acontece a utilização incorreta de alguns medicamentos para animais por humano, como do que produz aumento na massa muscular dos equinos, que é altamente prejudicial, podendo levar a óbito por acarretar problemas na massa muscular cardíaca.

O mercado farmacêutico nacional conta com excelentes laboratórios que seguem as regras de boas práticas de fabricação, garantindo a qualidade dos produtos.

Por isso, procure um profissional que esteja inteirado com esse mercado e exija o que há de melhor e mais específico para o seu pet!

Afinal, todo cuidado é pouco!

 

 

 

 

Cuidados com a saúde e o bem-estar do seu pet!

Em casa e, também, nos passeios 

Por Marisa De Lucia

Quer coisa melhor do que a companhia do nosso pet?

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Além dele ser um amigo de verdade, que nos dedica um amor sem igual, passear com ele, principalmente nesses dias de calor, é tudo de bom, não é mesmo?

Por isso, qualquer esforço vale a pena para deixá-lo confortável e feliz todos os dias.

Mas, antes, é preciso tomar muitos cuidados para evitar problemas com sua saúde e bem-estar.

  • Certifique-se de que ele está com as vacinas em dia, pois provavelmente ele poderá encontrar com outros animaizinhos que possam ter alguma doença.
  • Outro ponto muito importante é aplicar produtos antipulgas, anticarrapatos, antivermes e antifungos para evitar que estes males se instalem nele. Por exemplo, uma pulga pode expelir cerca de 3.000 ovos. Imagine, depois, o trabalho para exterminá-las completamente! Portanto, é melhor prevenir, correto?
  • Além de consultas ao veterinário, caso aquela coceira ou outro problema custe a passar, os animais também precisam de um check-up anual.
  • Não levá-lo para passear debaixo de sol forte, entre os horários de 10h e 17h.
  • Antes de deixá-lo tocar as patinhas no chão, experimente a sensação térmica com os seus próprios pés por alguns segundos, para sentir se ele irá suportar a temperatura.
  • Não deixe que ele caminhe ou corra muito.
  • Nunca o deixe preso no interior do carro, mesmo com os vidros abertos.
  • Leve-o para tomar banho e tosar os pelos para suportar o calor.
  • Para manter a saúde da pelagem, escova-o todos os dias com escova apropriada para pets.
  • Deixe sempre muita água fresca e filtrada nas vasilhas, lavando-as e trocando a água constantemente.
  • Dê a ele ração de boa qualidade, pois é balanceada e possui vitaminas e minerais suficientes para uma boa manutenção do organismo, inclusive da pele.
  • Se teu pet fica fora da casa, providencie uma casinha ou canil protegido, para que ele não sofra com o mau tempo, seja no sol ou chuva.
  • Se for sair e deixá-lo sozinho, certifique-se de que o ambiente esteja bem ventilado.
  • Brinquedos e muito carinho, também são essenciais em qualquer época do ano!

Afinal, todos os “amiguinhos” merecem tudo de bom e de melhor, não é mesmo?

Cuidados com a alimentação dos gatos

Horário e local também influenciam na rotina dos felinos

Por Marisa De Lucia

Conforme estudos, o gato doméstico possui necessidades especiais, especialmente na alimentação, para que possa ter uma vida saudável.

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A primeira recomendação é alimentar seu gato sempre no mesmo horário e lugar. Isso porque o ambiente tem grande influência em seu apetite, principalmente, no que diz respeito a barulho, presença de pessoas ou outros animais, entre outros fatores.

Outra observação é não alimentá-lo de maneira exagerada e, sempre, levar em conta que sua alimentação deve conter todos os elementos nutricionais necessários para o bom funcionamento de seu organismo.

Entre esses elementos, estão a água, que deve estar disponível em grande quantidade e sempre limpa e fresca; as gorduras e proteínas, encontradas no peixe, nas carnes, aves, vegetais e na soja; as verduras que ajudam no funcionamento da digestão, e a Vitamina A para seus ossos, mas em quantidade equilibrada, pois em excesso pode atacar seu fígado.

As rações para gatos, de marcas conceituadas disponíveis hoje no mercado, já apresentam os nutrientes necessários, mas caso você opte por alimentação caseira, cuide de suprir todas as suas necessidades oferecendo-lhe carne, ave, fígado, peixe cru, mas sem tempero, e alguns suplementos vitamínicos e minerais, de acordo com recomendação de seu veterinário.

O leite é importante quando o gato é filhote, principalmente o da sua mãe, mas na fase adulta pode causar diarreia, assim como doces, chocolate que, aliás, podem causar problemas em seus dentes.

Se quiser dar ossos para seu gato, nunca dê osso de porco ou de galinha, pois podem ter lascas que perfuram seu intestino.

E lembre-se de deixar sempre o local higienizado, com água limpa e fresca em quantidade suficiente, para ter seu amigo sempre bonito e saudável!

Afinal, eles merecem todo o cuidado, não é mesmo?

Confira os benefícios de realizar exames de rotina em seu pet

Para melhorar e prolongar o convívio entre vocês

Por Marisa De Lucia

Da mesma forma que os exames clínicos de prevenção a doenças é importante para nós, seres humanos, também são essenciais para os pets, melhorando e prolongando o tempo de convívio tão vital quando a relação é de amor.

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Como diz o velho ditado: “Prevenir é o melhor remédio”. Não é mesmo?

Com o progresso da medicina veterinária preventiva e a ampliação dos meios de diagnósticos e das modernas técnicas de tratamento os cães e gatos, que antes viviam em média sete anos,  podem chegar facilmente aos 15 ou até aos 20 anos de idade e com uma qualidade de vida satisfatória, desde que recebam a atenção adequada à sua saúde.

Outro fator bastante importante é estar sempre observando se houve alguma alteração no comportamento de seu pet, pois ele não tem como falar se está incomodado com alguma coisa ou sentindo dores. Você já parou para pensar nisto?

Quando o animal chega aos 06 (seis) anos de idade, é aconselhável realizar análises anuais, pois podem surgir alguns problemas sérios por causa da idade avançada, referentes ao desgaste natural do organismo ou por conta de patologias que são comuns  neste período.

No entanto, é ainda muito pequeno o número de pets que realizam check-up periódico. Por isso, na maioria dos casos as doenças graves são diagnosticadas apenas quando o animal precisa ser atendido com urgência por apresentar até mesmo outro problema.

Confira a relação dos exames mais pedidos:

Urina – Para obter informações sobre a presença de sedimentos urinários tais como bactérias, cilindros, cristais, entre outros, e a presença de glicose e proteínas. Muito importante para o diagnóstico de diabetes.

Fezes – Para identificar parasitas presentes nas fezes.

Hemograma – Para avaliar as células sanguíneas. Com ele, podemos detectar deficiências nutricionais, que causam a anemia, e até mesmo identificar algumas doenças crônicas.

Pesquisa de Hematozoários – Para identificar a presença de hemoparasitas como Babesia e Ehrlichia, responsáveis pelas doenças transmitidas pelo carrapato, entre outros.

Avaliação da função renal – Para diagnóstico precoce de insuficiência renal.

Avaliação da função hepática – Para a detecção de uma enfermidade hepática.

Glicemia – Para detectar os níveis de açúcar no sangue. Níveis anormais resultam em fatores como fraqueza, inclinação da cabeça, convulsões e coma.

Ultrassom – Para fazer uma avaliação do estado dos órgãos internos como o rim e os órgãos reprodutores, dando para identificar o aumento da próstata, por exemplo.

Radiografia – Para detectar a aparição de doenças cardiovasculares e pulmonares, além da displasia, ou seja, ocorrência de anomalias relacionadas ao desenvolvimento de um órgão ou tecido.

E lembre-se: cuidar da saúde de nosso pet, além de ser um ato de amor, é fundamental para que ele fique por mais tempo em nossas vidas!

Cuidados que devem ser tomados antes de adotar um pet!

O cão ou o gato vive, em média, de 12 a 15 anos e dependerá de você durante toda sua vida.

Por Marisa De Lucia

Ter um pet em casa não significa apenas ter ao lado um companheiro leal, carinhoso e que nos faz sentir amados e tranquilos, mesmo quando estamos passando por problemas.

Young woman cuddling with her dog

Ter um “amiguinho” em casa é, antes de tudo, um benefício para nossa saúde física e emocional. Pesquisas realizadas em diversos países comprovam que o contato com um animalzinho de estimação faz baixar as taxas de colesterol, triglicérides e a pressão arterial. Quer coisa melhor?

Mas antes de trazer para casa um animal de estimação é necessário pensar em todos os detalhes para sua acomodação, além, é claro, de ter consciência de que alguns deles como, por exemplo, os gatos e os cães, podem viver até 15 anos e serão totalmente dependentes de você, precisando muito de seus cuidados.

Então, para que a convivência com o animalzinho seja harmoniosa para todos, seguem aí algumas dicas:

Em primeiro lugar, veja se todos que moram no local onde ele vai viver concordam em ter um animalzinho. Depois, verifique se há recursos necessários para manter o pet, pois ele vai precisar de vacinas, ração, eventuais cuidados veterinários e, algumas vezes, de medicamentos. Além, é claro, de acessórios para sua acomodação e brincadeiras!

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Nossos “amiguinhos” precisam passear para gastar energias e não ficarem estressados. Você ou alguém da casa terá tempo para levá-lo passear? E nas férias e feriados prolongados? Você terá condições de levá-lo junto? Tem quem possa ficar com ele? Se não tiver, deverá se programar para os eventuais gastos.

Ao optar por um filhote, não se esqueça que ele vai crescer e precisar de muito espaço. E quando ainda pequenos costumam ser bastante estabanados podendo danificar objetos pela casa.

E na hora dele fazer as necessidades? É bom já ficar combinado quem vai se responsabilizar pela limpeza do local. É preciso, também, limpar as calçadas durante o passeio diário, pois a legislação prevê multas para quem deixar a calçada suja. Outra obrigação para se pensar!

Outra dica: os cachorros são mais carentes e exigem a presença do dono. Já os gatos são também muito carinhosos, mas podem passar mais tempo sozinhos, pois são mais independentes.

Enfim, procure fazer a escolha certa e responsável. Afinal é uma aquisição para a vida toda… do “amiguinho”!

Como escolher enfeites para seus pets!

Confira os cuidados a serem tomados e as variedades

Por Marisa De Lucia

Quem gosta de ver seu pet todo arrumadinho, com certeza, não abre mão dos lacinhos, gravatas, coleiras, bandanas, bonés e muitos outros enfeites de todas as cores e até com pérolas e strass, disponíveis hoje no mercado.

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Afinal, a cada dia surge uma nova opção para deixar nosso pet ainda mais lindo!

Contudo, não podemos exagerar no uso desses enfeites, não só por conta do visual, mas para que eles não incomodem o “amiguinho”.

Assim como as roupinhas e os acessórios, os enfeites que colocamos em nosso pet devem ser próprios para animais, com tecido adequado para não causar alergias.

O modo de prender também deve ser observado, para que não puxe seus pelos e o machuque.

Certifique-se, também, que as partes pequenas, como botões e peças destacáveis, estejam bem presas, para que elas não se soltem facilmente ou que sejam arrancadas e engolida por eles, trazendo riscos desnecessários.

As correntes e coleiras devem ser do tamanho adequado ao pescoço do animal, e não muito pesadas, pois podem incomodar e até trazer problemas de coluna para pets de pequeno porte.

Por isso, todo cuidado é pouco para deixá-lo ainda mais lindo!