Como escolher roupinhas para o seu pet

Será que elas servem só para enfeitar ou eles precisam mesmo?

Por Marisa De Lucia

Quem tem pets sabe quanto estes seres especiais se assemelham ao ser humano e, por isso, também precisam de cuidados especiais.

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Muitas pessoas tratam seus pets como crianças e até mesmo as roupinhas já entraram para a lista de compras deles. Mas será que os pets precisam mesmo usar roupinhas ou elas só servem para enfeitá-los?

Nem todo mundo sabe, mas muitos pets precisam sim se proteger do frio e a necessidade difere de acordo com a pelagem e a gordura do animalzinho. Os cães são mais fáceis de aceitar as roupinhas do que os gatos, que são mais ariscos, e aconselha a não contrariar o “amiguinho” para que ele não se sinta incomodado.

Cães como os akitas e os huskies siberianos, provenientes de locais gelados, já possuem pelagem apropriada para enfrentar climas frios e, por isso, sofrem com climas quentes. Estes não precisam de roupas, tanto que muitos não gostam de ficar vestidos.

Mas para quem ama enfeitar seu pet, a boa notícia é que, assim como para os humanos, são confeccionadas também roupinhas leves para o Verão e de todos os modelos e cores para deixar nosso pet ainda mais lindo. O ideal é ficarmos sempre atentos à temperatura ambiente, pois assim como não gostamos de passar calor com muita roupa, nossos pets também não gostam.

Quanto ao tamanho e à qualidade das roupinhas, deve-se levar em conta não só a beleza da roupinha, mas se ela é confortável para o tamanho de seu pet, se é feita com tecidos apropriados para a estação do ano e, ainda, se tem abertura adequada para não interferir quando o animalzinho faz suas necessidades fisiológicas.

Já para os pets que têm infecções de pele o cuidado deve ser bem maior, por isso, não é indicado colocar a roupinha sem antes observar todos esses detalhes e, claro, qualquer dúvida peça ajuda ao seu veterinário. No caso de animais alérgicos, temos que ficar atentos aos seguintes sintomas como vermelhidão, coceira, crostas e até mesmo um simples desconforto que, sem dúvida, deixará o animalzinho desassossegado.

Outra observação muito importante é que alguns cãezinhos, ao utilizarem roupinhas por muito tempo, ficam com os pelos embolados, sendo necessária a tosa total ou uma escovação que pode judiar deles. Por isso, é fundamental tirar sua roupinha pelo menos uma vez por dia e escovar bem para evitar que os pelos fiquem embaraçados.

O É o Bicho trabalha com roupinhas de qualidade e uma variedade incrível de modelos e cores para todas as estações do ano e até para datas especiais.

Vale a pena passar lá e conferir!

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Cuidados ao escolher seu animalzinho de estimação

Será necessário amor, paciência, espaço e outras condições para criá-lo

Por Marisa De Lucia

Antes de decidir pela compra de um animalzinho de estimação, pense bem antes se realmente você ama e tem paciência com animais, pois, ele ficará por muitos anos em sua vida e precisará de cuidados, assim como nós humanos.

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Muitas pessoas acabam comprando animais de estimação para seus filhos só porque as crianças ficam encantadas com sua beleza ou graça.

Mas se esquecem que um gatinho ou um cãozinho vive, em média, 13 anos e precisa não só de cuidados especiais como de amor e carinho.

Outros já preferem animais mais exóticos, não tão comuns em um lar. Mas seja qual for o animalzinho, você deve estar certo de que tem as condições necessárias para sua saúde e bem-estar, além de todo carinho e conforto como nós seres humanos precisamos.

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Mas, com o passar do tempo, aquele macaquinho ou aquele furão que “era” tão engraçadinho pode começar a “dar trabalho”.

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Todos parecem interessantes no início, mas são poucas as pessoas com amor, conhecimento, paciência e espaço, condições que são necessárias para cuidar do animalzinho.

Aquela divertida tartaruguinha, com o tempo vira um tartarugão que, além de não caber mais no aquário, vai durar por muitos anos.

A mesma situação ocorre com araras, cobras, lagartos, camundongos, furões, macacos e outros bichos estranhos ao lar.

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A que costuma dar mais trabalho é a tartaruga tigre d’água, aquela com barriga e pernas rajadas de amarelo. Elas geralmente são adquiridas com apenas 5 cm, mas com o tempo podem passar dos 30 cm, exigindo a ampliação do espaço que ela ocupa.

Com isso, os donos que querem se livrar dos bichos e não sabem como, começam a procurar por zoológicos, criadouros e centros de recuperação, hoje superlotados desses animaizinhos.

No caso dos jabutis, mantidos em quintais, muitas pessoas se mudam para apartamentos e não têm onde colocar o animal. Isso quando as crianças não se cansam do réptil.

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No Departamento de Fauna da Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente, no Parque do Ibirapuera em São Paulo, pessoas e autoridades ligam quase que diariamente para doar ou alocar animais. Das milhares de ligações, a maioria é para tartarugas.

Na ânsia de se livrar, muitas pessoas simplesmente abandonam os animais em espaços públicos. No próprio Parque Ibirapuera, já foram achados: saguis, macacos-prego, iguanas, furões e coelhos.

O telefone 156 da Prefeitura recebe diariamente um grande número de ligações sobre animais encontrados abandonados pelas ruas de São Paulo. Um verdadeiro absurdo! O mais agravante é que muitos dos animais acabam comendo as próprias fezes, quando abandonados por seus proprietários que viajam e os deixam sem alimentação.

Pessoas que abandonam seus animaizinhos de estimação simplesmente porque eles já não são tão “divertidos” como quando eram pequenos, ou porque começaram a “dar trabalho”, com certeza, não têm coração. Quem ama seu animalzinho sabe que eles são verdadeiros filhos.

Por isso, quem quiser se desfazer de um animal deve procurar o Ibama (0800-61-8080) ou a Polícia Militar Ambiental (0800-11-3560).

O que muitas pessoas ainda não sabem é que doações não são processadas criminalmente.

Tudo de bom, não é mesmo?

 

Holanda sem animais abandonados!

Vamos nos esforçar para isto acontecer aqui no Brasil e  no resto do mundo!

Por Marisa De Lucia

Por falta de medidas que combatam o crime de abandonar animais nas ruas, estima-se que hoje temos em todo o mundo, aproximadamente, 600 milhões de cachorros abandonados!

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Infelizmente, cada vez mais nos deparamos com a triste cena de um animalzinho, principalmente cão, sofrendo com a fome, a falta de cuidados essenciais e, especialmente, com a falta de carinho.

Mas a primeira notícia boa, nesse sentido, é que a Holanda acaba de se tornar o primeiro país a não ter animais abandonados. E o melhor: sem tê-los apreendidos em canis ou sacrificado.

Mas não pense que não foram precisos esforços e atitude para mudar este cenário!

Esta mudança significativa se deu graças a um excelente plano do governo, que tem como meta a aplicação rigorosa de leis para qualquer pessoa que abandonar um animal com multas altíssimas e, ainda, a realização de campanhas de conscientização da população, castração e, também, cobrança de taxas altas de impostos para quem optar por comprar cães de raça.

Estas medidas, com certeza, fizeram a diferença. Afinal, quem quiser abandonar um animal vai pensar duas vezes antes de fazê-lo, não é mesmo?

Quem sabe um dia consigamos isto no Brasil e no resto do mundo?

Mas não fiquemos só esperando acontecer, façamos o que for possível para ajuda a combater este mal que corta o coração e traz consequencias tão drásticas para nossos anjos de quatro patas!

Castrar ou não o meu Pet?

Confira alguns benefícios da castração

Por Marisa De Lucia

A castração é uma cirurgia simples que, dependendo da idade do animal, pode evitar doenças como tumores prostáticos, mamários e uterinos.

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Outro benefício da castração é que os animais castrados têm menor probabilidade de desenvolver um comportamento agressivo.

O procedimento para castrar um pet é seguro e bem simples. Nos machos, são removidos os testículos através de uma incisão, que fica bem discreta. Nas fêmeas, são retirados o útero e ovários.

Confira alguns benefícios da castração:

  • Diminui as chances de transmissão de doenças e ameniza o temperamento dos pets
  • Evita fugas
  • Evita aquele constrangimento de cães “agarrando” em pernas ou braços de visitas
  • Acaba com a marcação do território fazendo xixi fora do lugar
  • Diminui muito a agressividade motivada por excitação sexual constante
  • Evita a gravidez psicológica e suas consequências como infecção das mamas
  • Impede o surgimento de tumores testiculares
  • Evita o aumento do número de animais de rua

Por isso, vale a pena considerar este assunto.

Mas, lembre-se que cada caso deve ter a avaliação e orientação de um médico veterinário.

Os pets também podem ter problemas no coração

Procure sempre fazer os exames de rotina para prevenção

Por Marisa De Lucia

Da mesma forma que os seres humanos sofrem de doenças do coração, os pets também correm esse risco. De acordo com dados, um em cada dez cães pode se tornar cardiopata.

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A fase mais comum para surgir problema no coração dos animaizinhos é quando eles estão se tornando idosos, o que ocorre entre 6 e 8 anos para cães de grande porte e 11 e 13 anos para cães de raça pequena.

No entanto, cães e gatos podem sofrer de outras cardiopatias que podem ser detectadas quando ainda são jovens, sem contar as doenças congênitas, ou seja, quando o animal já nasce com alterações cardíacas.

Doenças cardíacas mais comuns nos cães

Nos cães, as doenças mais comuns são a fibrose da válvula mitral e a cardiomiopatia dilatada

A fibrose da válvula mitral ocorre quando a válvula mitral começa a enfraquecer, impedindo a passagem do sangue para o ventrículo esquerdo, de onde ele é levado para as artérias.

Já a cardiomiopatia dilatada ocorre quando o músculo cardíaco está fino, enfraquecido, e não se contrai corretamente.

Sintomas de doenças cardíacas em cães

Os cães que apresentam doença cardíaca podem ter apatia, redução de apetite, dificuldades respiratórias, tosse, por conta do aumento de líquido nos pulmões, aumento do volume abdominal, cansaço fácil, gengivas de cor pálida e língua arroxeada.

Alguns cães podem ter até desmaios. Contudo, cabe alertar, que estes sintomas podem ser, também, referentes a outras doenças.

Doenças cardíacas mais comuns nos gatos

Já os gatos, diferentemente dos cães, apresentam, principalmente, a cardiomiopatia hipertrófica e o tromboembolismo.

A cardiomiopatia hipertrófica ocorre quando a câmara inferior esquerda do coração, chamada de ventrículo esquerdo, se espessa e se enrijece, não permitindo que o átrio esquerdo se encha de sangue.

O tromboembolismo é causado por um coágulo de sangue que bloqueia o fluxo sanguíneo para as pernas traseiras. Os gatos com esta doença, geralmente, apresentam fraqueza ou paralisia total nos membros posteriores.

Parasitoses cardíacas

Outras doenças muito comuns são parasitoses cardíacas como a dirofilariose, mais comum nos cães, e encontrada nos animais que vivem próximo ao litoral.

Para evitar que seu pet contraia essa doença, antes de viajar para o litoral, você deve levá-lo ao médico veterinário, o qual deverá indicar alguns medicamentos preventivos. Já os animais que vivem no litoral devem ser tratados constantemente contra estes tipos de parasitoses.

Sintomas de doenças cardíacas em gatos

Nos gatos que têm doença cardíaca, os sintomas aparecem subitamente. Os mais comuns são cansaço fácil ou, ainda, fraqueza ou impossibilidade repentina de se locomover com as patas traseiras.

Procure ficar atento a qualquer alteração em seu pet e lembre-se de consultar um médico veterinário e sempre fazer os exames de rotina para prevenção.

Curiosidades sobre os Pets

Confira algumas das inúmeras delas…

Por Marisa De Lucia

Será que você sabe tudo sobre pets? Confira algumas curiosidades…

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Agosto é considerado o mês do “cachorro louco” porque no mês de agosto a concentração de cadelas no cio aumenta devido às condições climáticas. E quando as cadelas estão no cio os cachorros ficam “loucos” e acabam brigando para conquistar a fêmea.

Os cães são tidos como animais de estimação há 12 mil anos.

Os cachorros ouvem 10 vezes mais que os humanos

Os cães têm 100 expressões faciais, a maior parte delas é feita com as orelhas.

Nos Estados Unidos, se gasta mais dinheiro com alimentos para cães do que com alimentação para humanos.

Um filhote faz xixi a cada 30 minutos e defeca cada vez que come.  Por isso, controle seu horário de alimentação e ensine-o a fazer suas necessidades sempre no mesmo local.

O gato dorme, em média, 15 horas por dia. Mas como seu sono é muito leve, muitas vezes nem percebemos.

Os gatos se apegam sim aos seus donos, ao contrário do que se diz por aí…

O gato ronrona, ou seja, faz aquele barulho que prece estar com chiado no pulmão, quando expressa sensações de tranquilidade, prazer e satisfação.

O gato sempre cai em pé, isso se saltar de uma distância mínima de 60 cm, pois ele tem tempo para se virar.

Os gatos bebem pouca água porque são animais do deserto, sendo capazes de controlar muito mais a urina.

O gato não vai usar a caixa de areia, onde ele faz suas necessidades, se ela estiver perto de sua comida.

Bem interessante, não é mesmo?

Como viajar de avião ao lado do seu pet

Quer coisa mais agradável do que poder levá-lo na cabine?

Por Marisa De Lucia

Teve um tempo que o benefício de viajar com seu pet na cabine de passageiros só era concedido para cães-guia, cão ouvinte e cão-assistente, acompanhados de uma pessoa com deficiência visual.

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Com a mudança da lei, hoje os cachorros e gatos de pequeno porte já podem viajar ao lado de seus donos.

Contudo, é preciso verificar, junto à empresa escolhida para o voo, quais as condições para transportá-lo adequadamente e com segurança.

Confira as condições adequadas e regras para que você possa transportar seu gato ou cachorro de pequeno porte são basicamente as seguintes:

  • O peso máximo do pet varia de acordo com a companhia aérea e pode chegar até 10kg, e ele deve ser levado numa caixa de transporte que o acomode bem, com espaço para que ele possa se movimentar.
  • A idade mínima é de 4 meses, e o animal deverá estar saudável, limpo, com as vacinas em dia e sem qualquer odor desagradável.
  • O kennel deve ter espaço suficiente para que ele dê uma volta completa em torno de si, ter dimensões internas condizentes com seu tamanho, abertura para circulação de ar e um dispositivo que evite abertura acidental.
  • É necessário forrar o kennel com material que absorva urina e fezes, evitando vazamento durante o transporte.
  • Embalagens para transporte de outros materiais, como tecidos permeáveis, madeira ou palha não são permitidos.
  • A solicitação do serviço deve ser feita com antecedência, e o check-in deve ser feito com algumas horas antes do embarque.

Confira na empresa escolhida para o voo, esses horários e as taxas cobradas pelo serviço.

Para saber mais o serviço, entre em contato por telefone com a empresa:

Azul – 0800 884 4040

TAM – 0800-123-200

Avianca – 0800-286-6543

GOL – 0300-1012001

Tudo de bom, não é mesmo?

Arrume suas malas e, também, a do seu pet e tenha uma Boa Viagem!!!